Live Commerce: Modelo movimentou centenas de bilhões em 2020

O modelo de live commerce já vinha sendo muito utilizado no nicho da moda, mas nos últimos meses se expandiu e tomou conta de outras áreas.

Trata-se de um modelo que alia o audiovisual ao trabalho de atendimento ao cliente. São lives que proporcionam aos consumidores uma experiência mais agradável, com respostas às dúvidas a respeito do produto, visualização mais clara do que por uma imagem ou vídeo gravado, e a possibilidade de comprar o produto direto da plataforma de streaming.

Carros, produtos de beleza, de decoração, eletrônicos, etc. Além desses, vários outros nichos se beneficiaram do novo modelo, dada a necessidade de adaptação na pandemia.

Na China, onde foi criado, o modelo movimentou em torno de $200 bilhões em 2020. E estima-se, de acordo com uma pesquisa feita pela Research and Markets, que movimente muito mais nos próximos anos.

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A plataforma Mimo trouxe o modelo para o Brasil e já atraiu marcas como a Ri Happy e a Dolce & Gabana. A Givenchy  também resolveu experimentar o modelo, e no ínicio do ano fez uma live apresentando produtos de maquiagem e skin care. 

A Dermage, empresa dermocosméticos, fez um lançamento que contou com a presença de especialistas em cuidados com a pele e em 1 hora hora teve 3 mil acessos. Segundo a coordenadora de marketing da empresa, o faturamento online dobrou naquele dia.

O modelo iniciou uma nova fase do ecommerce mundial. É a tecnologia novamente se aliando à comunicação para entregar uma experiência melhor para as pessoas.